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Caso brutal em MS: corpo de vítima de feminicídio é violado após sepultamento em Eldorado

Caso de necrofilia segue sob investigação para identificação dos suspeitos, sendo que ninguém foi preso pelas práticas até o momento. - Reprodução/Redes Sociais

Um crime de extrema gravidade chocou Mato Grosso do Sul após o corpo de uma mulher vítima de feminicídio ser desenterrado e alvo de violação em um cemitério no município de Eldorado. O caso, que já era investigado como feminicídio, passou a incluir os crimes de violação de sepultura e vilipêndio de cadáver.

A vítima, Vera Lúcia da Silva, de 41 anos, havia sido assassinada no último domingo (12) pelo ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. O crime ocorreu na presença da filha do casal, de apenas nove anos, o que agravou ainda mais a comoção em torno do caso.

De acordo com a Polícia Civil, entre a noite de terça-feira (14) e a madrugada de quarta-feira (15), o corpo foi retirado da sepultura no cemitério da cidade. Equipes de perícia estiveram no local nas primeiras horas do dia e constataram indícios de violação do cadáver.

As autoridades informaram que o caso segue sob investigação e, até o momento, não há suspeitos identificados ou presos. A apuração busca esclarecer as circunstâncias do crime e responsabilizar os envolvidos.

O feminicídio de Vera Lúcia é o décimo registrado em Mato Grosso do Sul em 2026, evidenciando uma preocupação crescente com a violência contra a mulher no Estado. Segundo a polícia, a vítima já havia registrado ocorrências anteriores de violência doméstica contra o ex-companheiro, inclusive com medidas protetivas em vigor.

No dia do crime, Vera Lúcia chegava em casa acompanhada da filha quando foi surpreendida pelo autor, que efetuou disparos de arma de fogo contra ela. Em seguida, o homem tirou a própria vida. Toda a ação foi presenciada pela criança.

O caso reforça o alerta das autoridades para o aumento dos índices de feminicídio no Estado. Em comparação com o ano anterior, o número de ocorrências em 2026 atingiu a marca de dez vítimas de forma mais precoce, acendendo um sinal de atenção para a necessidade de medidas mais eficazes de prevenção e proteção às mulheres. (Com informação Correio do Estado)

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